Venha a sacerdotisa.
Procuro tua cura, teu alimento
Teu santuário, teu sentimento
Me submeto à tua sentença
Engulo teu licor nocivo
Me abrigo em teus cabelos esconderijo
Me abre o peito, revela a entranha
Me sinto seguro em teu leito
Dispenso todo o drama
Só ao teu lado me deito
Fascina-me teu apuro
Arregala estes olhos ébrios
Me afogo em tua escuma
Ouço de lá de fora
Um tão sutil chilro
Alerta sobre esta fantasia
Sanvando-me deste auspício
Recobro o juízo
Desrespeitando o costume
Desvai-se o élan
Te torna humana.
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